Lucas Magalhaes - Arquitetura Uni BH
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terça-feira, 20 de novembro de 2012
domingo, 4 de novembro de 2012
MINHA OPINIÃO SOBRE O FILME
Minha opinião sobre o filme
Inicialmente
gostaria de levantar como foi importante conhecer e conseguir sentir as emoções
deste filme, apresentado neste trabalho, por um principal motivo: Como uma
visão aprimorada, com técnica e uma estrutura pode tornar o simples em
esplendido sem que haja grandes intervenções, como a criatividade é importante
para que o simples continue simples, mas impactante.
Ao navegar no
vídeo e nas impressionantes e únicas imagens do filme Koyaanisqatsi: Life Out of Balance, de 1982, dirigido por Godfrey Reggio, fiquei impressionado em diversos momentos, tive
diferentes entendimentos sobre o contexto e sobre a visão do autor, exatamente
por sentir que o filme dá amplitude para diferentes análises e críticas. Mas a
partir da identificação das técnicas de filmagens utilizadas pela equipe do
filme me senti especialmente fascinado pelos momentos de foco e zoom na
natureza. Nesta parte do filme acredito que o diretor buscou colocar a
câmera estática, captando um "recortado" local, um panorama
escolhido, aguardando apenas o passar do tempo e junto contar com que a
natureza faça a sua parte e se mova lentamente, levemente e quase
imperceptivelmente. Assim este diretor conseguiu um material muito importante e
quase inacreditavelmente poderoso. Porque estas imagens vistas na velocidade
real dos fatos não causam tanta surpresa e percepção deste poder dos
movimentos, mas quando se acelerou as imagens fazendo com que a nuvem ganhe-se
velocidade e grande movimento, como se fosse uma onda do mar com espumas
marítimas, os pássaros e morcegos dentro da caverna passem a uma velocidade,
onde o que se vê, são piscar de sombras em meio ao fleche de luz que beira a
entrada desta caverna. Este artista acreditou que, além da sua beleza, esta
natureza, no qual se apresentou inicialmente como calma e serena, poderia se
destacar quando produzida em um formato de ondas de imagens ritmas, fortes e
ágeis. Ele teve a habilidade de ver e ou sentir em um espaço com movimentos
lentos, um grande aumento no vigor destes movimentos na edição final destas
cenas. Para aumentar a potencia destas imagens, com quase a mesma importância,
o uso do som específico para esta ilusão de velocidade, de calmaria e de leveza
ajudou o espectador a sentir e visualizar o princípio desta edição das imagens.
Estas cenas ou
momentos deste filme foi á parte que mais me inspirou para que eu realmente mude
a minha maneira de analisar, ver e lapidar, iniciais, simples ideias e cenas.
Belo Horizonte,
01/11/2012 Lucas
Magalhaes Soares
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
terça-feira, 11 de setembro de 2012
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